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THE MAN WHO SOLD THE WORLD- 45 anos Destaque / Música / Vídeo

Canção composta por David Bowie  é nome do seu terceiro álbum. Ele foi originalmente lançado pela Mercury Records em novembro de 1970 nos Estados Unidos. A canção ficou conhecida mundialmente na voz de Kurt Cobain, vocalista da banda Nirvana quando a regravaram em 1993.

Muito se especula sobre a inspiração e o próprio significado desta composição por ser tratar de algo profundo e sombrio. Alguns acham que David Bowie se inspirou em um livro chamado “The man who sold the moon” para o nome, embora a letra nada tenha haver com o livro. Outros alegam que em um momento de tristeza profunda David seria o personagem principal que se encontra com Deus.

Em 1997, quando perguntado sobre a canção durante uma programação especial dedicada à sua carreira na BBC Radio 1, Bowie respondeu: “Acho que escrevi essa canção porque havia uma parte de mim mesmo que eu estava procurando. Talvez agora que eu me sinto mais confortável com a maneira em que eu vivo e com meu estado mental (risos) e também meu estado espiritual, ou o que quer que seja, sinto que há uma espécie de unidade agora. Para mim, essa música sempre exemplificou o jeito que você se sente quando ainda é jovem, quando existe uma parte de você mesmo que ainda não foi encontrada e juntada. E você tem essa grande busca, esta grande necessidade de descobrir quem você realmente é.”

Eu sempre fui uma grande admiradora do estilo Grunge pela intensidade das letras. Em minha opinião sentimentos são sempre obscuros e profundos o que torna complexo pôr em meras palavras. Esta música sempre foi uma das minhas favoritas e a maneira como sempre a interpretei é a seguinte: David com certeza estaria em um momento de extrema infelicidade, isso fica explícito ao dizer “Eu o encontrei na escada e falamos do que foi e quando”, ou seja, ele se lembrou dos erros do passado e dos  seus infortúnios, como se um filme passasse em sua frente e ele revelasse tudo o que lhe afligia. Logo depois, em outra estrofe diz: “fiz meu caminho de volta pra casa. Eu procurei um jeito e lugar, por anos e anos vaguei. Eu encarei fixamente milhões de montanhas”, uma analogia ao fato da impossibilidade estar adiante como barreiras intransponíveis. Quem de nós nunca vivenciou um momento onde tudo parecia perdido e o amanhã incerto com nuances tenebrosas?

Dissertar sobre o que está submerso na mente sempre será uma tarefa difícil, no entanto Kurt Cobain transferiu personalidade à composição e conseguiu transparecer suas angústias nela, por este motivo 20 anos depois da sua morte “The man who sold the world” ainda é um grande sucesso.

Enjoy it!

 

Beijos

 

 


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